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Andrea escolheu o mundo onírico para a expressão da sua arte. Não há quem não tenha colocado no seu desktop um wallpaper criado por ela. Eles estão espalhados por sites no mundo inteiro. Andrea lançou recentemente o livro “Essência – Sinta essa nova realidade” que, como ela nos diz, trata da dualidade das realidades. Há muito eu queria saber como ela abraçou este tema. Então, leitores, eis Andrea Andrade.
“Quero primeiramente agradecer pela oportunidade de falar um pouco a respeito de meus trabalhos. Bom, sou de BH, mas há mais de 15 anos moro em Uberaba (MG) conhecida como A Terra do Gado Zebu. Formei-me em Administração de empresas há 10 anos, mas atuo na área de informática como Designer Gráfica e Analista de Web.
Atualmente trabalho na UNIUBE – Universidade de Uberaba como Analista de Web. Desde 2003 uma série de eventos sincronísitcos fez com que me voltasse para a escrita. Coincidências que passaram a fazer parte da minha vida me deixavam tão intrigada que me senti atraída em escrever o que acontecia em forma de estórias. Foi aí que adentrei ao mundo da literatura e que também comecei a fazer os Wallpapers.
O livro Essência – Sinta essa nova realidade, pode ser adquirido inicialmente na Livraria Cultura (pela internet) e depois nas demais livrarias.”
IL – Como surgiu a idéia de compor as imagens idílicas que o mundo inteiro incorporou nos seus desktops?
Andrea – Acredito que toda pessoa que esteja inspirada, procura por algo que lhe faça expor o que se passa em suas emoções para outras pessoas. O que quero dizer é que não foi uma idéia, algo que tenha premeditado, mas um ímpeto em mostrar como vejo a realidade ao meu redor. A sincronicidade me despertou para novas realidades, novas sensações.
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Entrevista completa e imagens aqui
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Outras propostas:
Morgana Ferstugato
Obvious e Uêba

Segundo Diaz a fotografia não é mais do que um meio de expressão baseada na transmissão de sensações através de luz, cores e formas. Ele só teve de adaptar o conhecimento da pintura à fotografia. “A minha intenção é observar os objetos diários sob o meu ponto de vista e sentir as sensações que eles provocam.” Diz ele. Numa entrevista Diaz aponta o jardim da sua casa como o principal garimpo de temas. No entanto, há diretrizes básicas que tornam o processo de fotografar mais elaborado.

inari e o mexicano Diego Rivera, forma o grupo da arte político-social da América Latina. Não é muito conhecido no Brasil, mesmo estando entre os mais expressivos do século passado, com conteúdo descritivo e estético revolucionários nas artes plásticas. Entre 1955 e 60, ele expôs em Paris, Varsóvia, Bucareste, Moscou e Praga e foi laureado na Bienal Internacional de Gravura de Liubliana, Iugoslávia, e de Cracóvia, Polônia.
Nasceu em 1905, em Rosário. Pai italiano e mãe argentina. Iniciou os estudos de desenho aos 11 anos e, aos 15, fez sua primeira exposição individual. Em 1925, viajou, como bolsista para Madri e se estabeleceu em Paris, onde estudou com André Lhote e Othon Friesz. Aqui brota o fascínio pelas idéias socialistas e o surrealismo. De volta à Argentina em 1930, expôs obras surrealistas em Buenos Aires.

algum tempo e que postei aqui no blog. Na America, naqueles anos, quem não queria ser como a Amélia? No entanto, gostaria de apresentar outra mulher dos ares, mais jovem e talvez mais ousada que a heroína americana.
Na verdade Lily litvak representou uma geração de mulheres destemidas. Como ela, muitas outras mulheres foram integradas com os homens em unidades da aviação. Por exemplo, em 1944, milhares de meninas entraram na guerra como pilotos. Contrariaram as suspeitas e piadas masculinas com coragem e habilidade e obtiveram uma média inigualável. Ganharam ordens e medalhas e detiveram 29 títulos de Heroinas da União Soviética.






































