Andrea Andrade

Postado em Imagens e Letras com as tags , , , , , , em 02/07/2009 por olavosaldanha

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Andrea escolheu o mundo onírico para a expressão da sua arte. Não há quem não tenha colocado no seu desktop um wallpaper criado por ela. Eles estão espalhados por sites no mundo inteiro. Andrea lançou recentemente o livro “Essência – Sinta essa nova realidade” que, como ela nos diz, trata da dualidade das realidades. Há muito eu queria saber como ela abraçou este tema. Então, leitores, eis Andrea Andrade.

“Quero primeiramente agradecer pela oportunidade de falar um pouco a respeito de meus trabalhos. Bom, sou de BH, mas há mais de 15 anos moro em Uberaba (MG) conhecida como A Terra do Gado Zebu. Formei-me em Administração de empresas há 10 anos, mas atuo na área de informática como Designer Gráfica e Analista de Web.

Atualmente trabalho na UNIUBE – Universidade de Uberaba como Analista de Web. Desde 2003 uma série de eventos sincronísitcos fez com que me voltasse para a escrita. Coincidências que passaram a fazer parte da minha vida me deixavam tão intrigada que me senti atraída em escrever o que acontecia em forma de estórias. Foi aí que adentrei ao mundo da literatura e que também comecei a fazer os Wallpapers.

O livro Essência – Sinta essa nova realidade, pode ser adquirido inicialmente na Livraria Cultura (pela internet) e depois nas demais livrarias.”

IL – Como surgiu a idéia de compor as imagens idílicas que o mundo inteiro incorporou nos seus desktops?

Andrea – Acredito que toda pessoa que esteja inspirada, procura por algo que lhe faça expor o que se passa em suas emoções para outras pessoas. O que quero dizer é que não foi uma idéia, algo que tenha premeditado, mas um ímpeto em mostrar como vejo a realidade ao meu redor. A sincronicidade me despertou para novas realidades, novas sensações.

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Entrevista completa e imagens aqui


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Outras propostas:
Morgana Ferstugato
Obvious e Uêba

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Antônio Diaz

Postado em Imagens e Letras com as tags , , , , , em 09/06/2009 por olavosaldanha

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Antonio Diaz é de Sevilha, na Espanha. Começou a fotografar em 2006 com uma câmera digital que ganhou da namorada. Sem qualquer conhecimento nem experiência em fotografia. Os primeiros passos foram frustrantes até que descobriu que a fotografia é uma arte não muito diferente da pintura, da qual era um praticante e apaixonado.

Segundo Diaz a fotografia não é mais do que um meio de expressão baseada na transmissão de sensações através de luz, cores e formas. Ele só teve de adaptar o conhecimento da pintura à fotografia. “A minha intenção é observar os objetos diários sob o meu ponto de vista e sentir as sensações que eles provocam.” Diz ele. Numa entrevista Diaz aponta o jardim da sua casa como o principal garimpo de temas. No entanto, há diretrizes básicas que tornam o processo de fotografar mais elaborado.

“É necessário encontrar uma idéia onde tudo gira em torno. Olho para as zonas com texturas. Quanto à luz, eu não uso nada de especial ou caro. Eu simplesmente tiro vantagem da luz da janela. Eu tento trabalhar com iluminação plana, tanto quanto possível.” Ensina.

Antônio Diaz dispõe de um leque abrangente de temas fotográficos. Separei para esta exposição algumas obras em still-life. Neste tipo de fotografia ele usa apenas o estritamente necessário em edição e para isso dá exclusividade ao Photoshop.

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Imagens Aqui
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Outras propostas:
Anne Geddes e Celine Dion
Anne Geddes e os bebês
Camille Allen

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Antônio Berni

Postado em Imagens e Letras com as tags , , , , , em 28/05/2009 por olavosaldanha

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o O argentino Antônio Berni, com o brasileiro Candido Portinari e o mexicano Diego Rivera, forma o grupo da arte político-social da América Latina. Não é muito conhecido no Brasil, mesmo estando entre os mais expressivos do século passado, com conteúdo descritivo e estético revolucionários nas artes plásticas. Entre 1955 e 60, ele expôs em Paris, Varsóvia, Bucareste, Moscou e Praga e foi laureado na Bienal Internacional de Gravura de Liubliana, Iugoslávia, e de Cracóvia, Polônia.

“A arte de misturar xilogravuras e colagens e o padrão que aplicou às gravuras deram-lhe um lugar de destaque na vanguarda modernista, junto com a temática social que permite compreender o cotidiano das cidades latinas, seus costumes e mitos regionais”. Explica a curadora de uma galeria onde a obra de Berni esteve exposta.

A série A obsessão da beleza, de 1975, corresponde a um tempo obscuro da história argentina, de golpes militares e de crise sócio-econômica. Já a série de serigrafias é uma alegoria que imprime seu impiedoso sarcasmo ao descrever as torturas do regime ditatorial aos sacrifícios a que as mulheres se submetem para tornarem-se belas.

Nasceu em 1905, em Rosário. Pai italiano e mãe argentina. Iniciou os estudos de desenho aos 11 anos e, aos 15, fez sua primeira exposição individual. Em 1925, viajou, como bolsista para Madri e se estabeleceu em Paris, onde estudou com André Lhote e Othon Friesz. Aqui brota o fascínio pelas idéias socialistas e o surrealismo. De volta à Argentina em 1930, expôs obras surrealistas em Buenos Aires.

Em outra série, “assemblages”, cheia de personagens, usa material das ruas combinados com colagem para expressar preocupações do período realista.

Antonio Berni morreu em Buenos Aires em 1981.

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Imagens Aqui
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Outras propostas:

Jacek Yerka
Surrealismo

Rob Gonsalves

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Lily Litvak

Postado em Imagens e Letras com as tags , , , , , em 26/05/2009 por olavosaldanha

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fFui ao cinema ver Uma noite no museu 2. Bem acompanhado, já havia garantido o bom passeio. Porém, o filme rendeu algo além de uma crítica cinematográfica, ele era a cara do Imagens e Letras e sua convergência de temas. Outro detalhe foi a ênfase dada a Amélia Earhart, personagem histórica pela qual sou fascinado e que venho pesquisando já há algum tempo e que postei aqui no blog. Na America, naqueles anos, quem não queria ser como a Amélia? No entanto, gostaria de apresentar outra mulher dos ares, mais jovem e talvez mais ousada que a heroína americana.

Lily Litvak, apesar de não ter o marketing histórico da Amélia Earhart, é considerada o mais famoso piloto feminino de todos os tempos. Ela pilotou com destreza durante a II Guerra Mundial e abateu doze aviões alemães em batalhas aéreas com apenas 22 anos. Lily ficou conhecida como a “Rosa Branca de Stalingrado” e foi condecorada pela coragem que ela demonstrou defendendo seu país.

Lidya Vladimirovna litvak nasceu em Moscou, Rússia, em 18 de agosto de 1921. Aos quinze anos fez seu primeiro vôo solo. Quando começou a Segunda Guerra Mundial, decidiu entrar na batalha. Com rosas brancas pintadas nas laterais de seu avião de combate Yak-1, foi o pesadelo dos pilotos alemães. Lily foi, literalmente, caçada nos céus pelos nazistas que estavam decididos a ter sua vingança sobre esta mulher judia russa que havia derrotado os seus camaradas tantas vezes antes.

Na verdade Lily litvak representou uma geração de mulheres destemidas. Como ela, muitas outras mulheres foram integradas com os homens em unidades da aviação. Por exemplo, em 1944, milhares de meninas entraram na guerra como pilotos. Contrariaram as suspeitas e piadas masculinas com coragem e habilidade e obtiveram uma média  inigualável.  Ganharam ordens e medalhas e  detiveram 29 títulos de Heroinas da União Soviética.

No fim, numa das mais insanas batalhas, a loirinha de tenra idade foi vista entre oito aeronaves alemãs, perseguindo e sendo perseguida. Após derrubar alguns caças inimigos, foi abatida. A Rússia chorou sua morte. Apesar de buscas intensas o corpo dela foi perdido por várias décadas. Finalmente, em 1979, ela foi encontrada, enterrada abaixo da asa de sua aeronave. Durante o seu funeral oficial de Estado em maio de 1990, o Presidente Mikhail Gorbachev condecorou-a com a honraria Heroina da União Soviética e o Gold Star. Embora tenha lutado e morrido sozinha, a saga de Lilya Litvak é a mais linda história da aviação mundial.

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Imagens Aqui

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Outras propostas:

Amélia Earhart
Flagrantes Históricos

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Psychedelic Art

Postado em Imagens e Letras com as tags , , , , , em 21/05/2009 por olavosaldanha

cartazes.
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eEm meados da década de 1960 experiências psicodélicas baseadas na combinação de música e alucinógenos, induzidas por drogas como o LSD, levou ao surgimento de novos estilos visuais.

A palavra “psicodélico” foi usada pelo psicólogo britânico Humphrey Osmond para designar uma espécie de manifestação do espírito. Osmond observou que o uso de determinadas substâncias parecia permitir que uma pessoa saudável visse o mundo através dos olhos de uma pessoa esquizofrênica .

No entanto, “psychedelic-art” remete para a arte gerada pelos movimentos de contracultura. Uma revolução surgida no seio da juventude que questionava sentimentos políticos, sociais e espirituais inspirados principalmente pelos insights derivados de estados de consciência.

Um dos melhores representantes deste movimento foram os cartazes. Rick Griffin, Victor Moscoso, Stanley Mouse, Alton Kelley e Wes Wilson foram alguns dos artistas que usaram a explosão de cores em flagrante contraste, inscrições cheias de ornamento e elementos visuais bizarros.

Embora São Francisco (EUA) tenha sido o centro de arte psicodélica, o estilo também se desenvolveu internacionalmente. A artista britânica Bridget Riley ficou famosa com ilusões ópticas. Mati Klarwein trabalhou em obras psicodélicas para Miles Davis e Carlos Santana. Pink Floyd também usou a o designer psicodélico .

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Imagens Aqui
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Outras propostas:

Cartazes Antigos
Cinema 1970

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