Variedades 02

 

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ÁFrica – O ocaso?
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ma das grandes industrias com o pé na África há tempos, é a de medicamentos. Sua história é marcada por muitas denúncias e processos judiciais. Não são poucos os que afirmam que a África é um grande laboratório de teste de misturas químicas e cobaias humanas.

Outra combinação explosiva é a da industria de diamantes que mantém no Continente uma verdadeira rede de tráfico, usando os próprios natívos como atravessadores. Manipulando facilmente os governos incompetentes e corrompidos.

Não bastasse o embate étnico que dizima milhões de seres inocentes a cada levante, numa explosão de violência inconcebível, a falta de governabilidade da África arrasta atrás de sí a fome, as pestes, o abandono e a exploração por parte dos países do primeiro mundo. Assuntos tão sensacionalistas que tem indicado e premiado filmes como “O Último Rei da Escócia”, “Hotel Ruanda”, “Tiros em Ruanda” e “Diamantes de Sangue”.

Não há nenhum show de caridade, nenhuma coleta de alimentos, nenhuma forma de conscientização, nenhum ser na terra capaz de mudar a trajetória deste continente senão seu prórpio povo. Nenhum ser na terra é suficientemente inteligente e capaz de entregar a solução completa e pacífica para a África senão o próprio africano. Plageio uma frase de Jesus e digo “O mal não é o que entra na África e sim o que sai, o que sai expõe um coração sem forças e entregue ao clientelismo”. As imagens mostram uma rotina nas cidades deste continente inexplicável. Não mostram a violência final, mas a dança que antecede a famigerada e inebriante ferocidade do bicho homem.

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Sos ÁFrica
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reparava um post um tanto relista demais sobre a África, no entanto, preferi começar pelo esforço que alguns ativistas tem empreendido para atrair a atenção do mundo sobre este continente. O cantor do U2, Bono Vox, por exemplo, tornou-se um co-editor à convite da revista Vanity Fair, e juntos criaram algumas capas publicitárias com foco no continente africano. Procuraram, segundo Bono, descrever o continente como uma oportunidade, como uma aventura, não um fardo. chamaram a atenção não só para as crises étnicas e da AIDS, mas também para as potencialidades e otimismo em todos os países do continente. Mais do que apenas defender mudanças, o debate lançou luzes sobre a África e sua econômia, a beleza do continente, a música, arte e literatura. A idéia nas capas da revista foi mostrar um grupo proeminente de pessoas que tenham uma voz que possa ser usada em prol da causa. Muitas empresas entraram com doações financeiras, a Apple foi uma delas, para combater doenças no continente.

A fotógrafa Annie Leibovitz foi a mãe das fotografias usadas nas capas. Pela magnífica beleza das imagens foge até o sentido da pressa que a questão exige. Acho que é preciso infiltrar o leitor no drama para haver uma melhor compreensão. É isso que farei no post seguinte.
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Imagens Aqui
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Caçadores de Cobras
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Sem armas ou proteções especiais, homens de uma tribo caçam uma das maiores cobras do planeta, a Anaconda. Imagens incríveis. A caçada não ocorre a céu aberto, mas dentro da gruta cavada pela própria cobra. Veja a espantosa sequência de fotografias.

Imagens Aqui

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Todas as cargas do mundo
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Algumas imagens destas são muito vistas pela net inseridas num contexto cômico. O Imagens e Letras fez uma seleção delas para mostrar outra leitura, pois nelas estão contidas verdades mais absolutas.Duas características são de imediato percebidas: A DIGNIDADE E A ABNEGAÇÃO. O ir e vir diário em busca do sustento em países sem distribuição de renda adequada gera uma legião de pessoas que conseguem tirar do mínimo disponível, o máximo, com ABNEGAÇÃO. Pessoas que enfrentam adversidades abissais e vão, e vem, e sentem-se realizadas por ter conquistado nesta luta interminável um pouco de DIGNIDADE, para si e para os seus. Dói quando olhamos para o parlamento brasileiro, ou destes países que nutrem a miséria como se fossem animais domésticose percebemos que, quem toma conta destes heróis são seres infinitamente inferiores e indignos de dividirem o mesmo chão. Ao mostrar estas fotografias o Imagens e Letras chora e bate as asas em busca de conforto para a alma.
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Imagens aqui

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Exploração Infantil
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China, India e Indonésia, tem o nível mais elevado de crianças trabalhando do mundo. Perto de 122 milhões entre os 5 e 14 anos de idade. De acordo com o OIT (Organização Internacional do Trabalho), metade das crianças realiza trabalhos considerados perigosos. Dando uma breve panorâmica no mundo, temos a India, onde há aproximadamente 12.6 milhões de crianças são forçadas a trabalhar na agricultura ou no espaço doméstico e em muitos deles são envolvidas no negócio da prostituição; o Egito, Onde “menor” é considerado àquele têm menos de 14 anos, acima disso é legal; o Líbano, onde a maioria deles fazem trabalhos manuais que exigem quase nenhuma qualificação, como trabalhos mecânicos, coleta do lixo, etc; a Síria, onde, de acordo com a UNICEF, muitas crianças foram empurradas para incorporar o mercado de trabalho por causa da pobreza; o Peru, onde 70 por cento das crianças e dos adolescents fazem algum trabalho no setor da agricultura sob circunstâncias precárias, com a saúde em risco porque estão em contato permanente com agrotóxicos.
Quase nenhum país do mundo está livre. No primeiro mundo, como exemplo, temos a Italia, lá o trabalho infantil afeta mais de 400.000 crianças entre de 7 e 14 anos, de acordo com o instituto das investigações econômicas e Sociais (IRES). As estatísticas acima tem o aval não só dos Ministérios do Trabalho de seus países , mas também de uma infinidade de ong´s pelo mundo. Um post assim não vai mudar os números da noite para o dia, mas vai informar e conscientizar milhares de pessoas de que há situações injustas e difíceis de se combater. Ver números é uma coisa, mas ver imagens é outra dimensão da história. Não há números que sobreponha uma indiscutível sequência fotográfica. As imagens a seguir traduzem este texto para a cruel realidade da exploração infantil.

 

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GALERIA DE IMAGENS AQUI

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Veja Também

Onde estão nossas crianças ?

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Cidade sob o gelo
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Na cidade onde moro quando os termômetros marcam 21 ºC, nós
vestimos nossos agasalhos e vivemos, segundo nosso paradigma, um verdadeiro frio. Ora, o
sol impera aqui praticamente o ano inteiro. Na cidade abaixo é diferente, lá encontramos imagens incríveis de uma cidade sob o gelo. Este incrível espetáculo ocorre em Versoix, cidade próxima a Genebra, na Suíça.
Talvez eu não suportasse viver lá, longe da minha agradável brisa.
Veja as fantásticas imagens.

IMAGENS AQUI
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O Mundo Nano
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Quando Albert Einstein, através de estudos de difusão em solução, disse que o tamanho de uma molécula de sacarose era de aproximadamente 1 nanômetro ele estava dando um dos primeiros passos da ciência nesta escala ínfima. Um nanômetro é igual a 1 x 10-9m. Algo quase que inimaginável para um ser humano; entretanto, esta é a escala de tamanho ideal para a ciência moderna. E, agora, é o padrão da nova era tecnologica: a da nanoarquitetura. Nanotemplates, nanoesferas, nanoreatores, nanomotores, nanotubos, nanofios, enfim, o mundo deixou de ser microscópico para se tornar nanoscópico.
No período da Guerra Fria, o programa espacial americano foi o responsável pelo desenvolvimento da tecnologia fotográfica digital. As primeiras imagens digitais capturadas sem filme foram feitas pela sonda Mariner 4, em 1965, e registraram a superfície de Marte. Ao total foram feitas 22 imagens em branco e preto, que tinham na época 0,04 megapixels (400 pixels) e que levaram quatro dias para chegar à Terra. Tecnicamente estas imagens ainda não eram totalmente digitais, pois utilizavam os princípios analógicos de captura do sistema de televisão. Na captura digital de imagens moderna, o brasileiro Luciano Paulino Silva foi o segundo colocado em um concurso internacional de fotografias tiradas de imagens microscópicas promovido pelo ICMM, o Instituto de Ciências de Materiais de Madri. A foto de Paulino Silva mostra a imagem de três glóbulos vermelhos humanos depois de tratamento com o antibiótico filometilina. O concurso SPMage07 foi criado em reconhecimento à contribuição das fotografias de imagens microscópicas aos avanços para a nanotecnologia. A galeria de imagens que vou apresentar é de autoria de Rose – Lynn Fisher, Seu trabalho tem sido exibido em museus e galerias no mundo inteiro, e incluído na coleção permanente do Museu de Arte Nova Orleans, entre outras colecções públicas e privadas. Você vai ver fotografias de uma abelha tiradas a partir de um Scanning Electron Microscopy ( microscópio eletrônico). São imperdíveis.


Imagens aqui

 

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