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riar novos instrumentos para a expressão artística, sistemas musicais experimentais e ambientes interativos com a interação de corpo inteiro. Este é o foco de Theodore Watson, artista, designer e pesquisador.

Theodore criou um dispositivo chamado Vinyl Workout para o festival de música eletrônica Rotterdam Electronic Music Festival. Este mecanismo interativo é baseado no estabelecimento no chão de uma grande projeção. Nela, o individuo pode influenciar a reprodução de música entrando em contato com a superfície sobre a qual a imagem é projetada. O media player gigante é administrado por meio de movimentos ativos. Em outras palavras, caminhar ou correr no disco virtual pode definir a velocidade de reprodução, e mudando a direção do movimento também. A criação pode ser útil ainda para por em atividade física os amantes sedentários da música.

Os trabalhos de Theodore Watson já foram mostrados no MoMA, Tate Modern, Ars Electronica, The Sundance Film Festiva, Res Fest, REMF, Cinekid, Montevideo, OFFF, SHIFT, ICHIM, Deitch Projects, Eyebeam, Pixel Gallery, Museum N8 Amsterdam e outros. Pelas amostras em eventos e galerias o leitor tem uma idéia da influência do homem.

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a partir de 1923 o Cotton Club de Nova York abria suas portas e apresentava muitos dos maiores astros afro-americanos da época. Duke Ellington, Ella Fitzgerald, Louis Armstrong, Nat King Cole, Billie Holiday, e muitos outros. A lei seca americana, quando fabricar, vender e transportar bebidas alcoólicas se tornou proibido, os gangsteres e as questões raciais faziam o plano de fundo, o contexto da época.

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No Cotton Club estava a chamada “Aristocracia do Harlem”. Stutz Bearcats e Roll Royces paravam continuamente à sua porta. Dapper Jimmy Walker, o então prefeito de NY, atrizes e atores famosos faziam do Cotton Club o lugar da moda e do dinheiro. Aqui o cliente era tratado como um rei, desde a entrega do menu ao acender do charuto pelo garçom com fósforos personalizados encontrados em cada mesa.

Os visitantes estrangeiros tinham no bar a estranha visão da clientela branca nas   mesas  e os animadores   negros   no  palco ou no salão servindo.    Nesse ambiente esfumaçado predominava, como em todo os EUA, a política de exclusão e também o desejo de perpetuação de estereótipos afro-americanos (ver cartaz ao lado). Este tema abordarei num post que preparo para o futuro. O lugar, é bom deixar claro, não foi o único de platéias brancas, mas foi o maior, o mais caracterizado e de espectáculos mais extravagantes. Praticava-se aqui os preços mais elevados da época. Em nenhum lugar desfilavam tantos astros. Grandes nomes do jazz iniciaram suas carreiras aqui. A vida noturna do Harlem nos presenteou com músicos talentosos e sons maravilhosos.

No entanto, por trás de todo o glamour do ambiente havia algo sinistro, a figura de Owney Madde, o gangster branco, ele precisava do clube como uma saída para a sua bebida alcoólica ilegal. Sobre a vida pregressa de Owney falarei também em outra postagem.

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pouco sabemos dos mistérios e brincadeiras do mundo artístico, assim como quando nos damos de cara com eles, não sabemos como reagir, ou em que acreditar, foi o que ocorreu em meados dos anos 60 com a banda The Beatles, quando foi anunciado por uma radio de Detroit o maior e mais duradouro boato da história da música.

Surgiram boatos que Paul McCartney teria sofrido um acidente de carro em 1966, causando sua morte devido ao esmagamento do crânio, sendo substituído na banda por um sósia, ganhador de um concurso para substituí-lo, chamado William Campbell.O que de fato ocorreu foi que o Beatle sofreu um acidente de moto, porém, houve apenas um dente quebrado e um corte no lábio inferior, que deixou uma cicatriz, aumentando mais ainda os boatos.

Vários artigos de revistas, livros e noticiários falavam sobre a suposta morte de Paul McCartney e os integrantes da banda, vendo que o boato havia tomado rumos estratosféricos, a própria banda direcionou seu marketing para o acidente, colocando pistas principalmente em capas de CD’s, desde o disco Rubber Soul, passando por Revolver, Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band, Magical Mistery Tour, White Album, Yellow Submarine e Abbey Road. Os mais enfáticos foram Sgt. Pepper’s e Abbey Road.

Na capa do Sgt Pepper´s, onde claramente há um funeral, tem a presença da deusa hindu da morte, Kali, em frente ao nome “Beatles”, além de vários personagens ilustres. Aqui ele estão mais novos, ou seja, antes do acidente, e vestidos de preto. Na foto da contracapa todos olham pra frente, enquanto Paul olha pra trás. Entre outras pistas estão as músicas, que fazem apologia clara ao acidente e à morte de Paul. Como na última faixa do disco, “A Day In The Life“: “He blew his mind out in a car, he didn’t notice that the lights had changed” (Ele perdeu a cabeça num carro, não percebeu que o semáforo tinha mudado).

Já na capa do Abbey Road, eles aparecem encenando um cortejo fúnebre: John Lennon vestido de branco, é o pregador, Ringo de luto, é o amigo do defunto. George Harrison, vestido com roupa informal: é o coveiro. Paul é o único dos quatro que está descalço e caminha com os olhos fechados e em muitas culturas orientais, os defuntos são enterrados descalços, além do que Paul era canhoto e nessa capa aparece segurando um cigarro com a mão direita. Há também um carro preto fúnebre estacionado ao lado direito da foto e um carro branco do outro lado onde tem na placa “28 IF” que seria 28 SE, Paul teria 28 anos se estivesse vivo.

Toda a história foi bem contada e rendeu muito sucesso aos Beatles, já que devido à curiosidade mais e mais pessoas se interessavam em escutar as músicas para procurar algo suspeito e sempre gostavam. O caso terminou quando o boato gerou tanto barulho, que em 1969 o próprio Paul McCartney convocou uma coletiva de imprensa pra negar toda a historia e provar que estava vivo. Até hoje foi um dos boatos mais geniais e artisticamente explorado, que rendeu muita fama aos Beatles.

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estive em São Paulo esta semana para um curso na minha área profissional e era programação minha sair de lá e ir ao Campus Party, estava tão perto. Porém, conheci três amigos; duas princesas gaúchas (Mari Guisso, Marie Gressler) e um marmanjo também gaúcho (Juliano), que me fizeram redirecionar o objetivo, e fomos parar na balada de Sampa, lá nos pubs do Itaim Bibi. Nada de funk, nada de pagode, apenas rock e… Capitão Jack Sparrow. Sim, ele estava lá, vivinho da silva. Por isso resolvi homenagear as princesas com um post sobre o Johnny Depp, não sobre atuação, sobre música.

Deep começou na música vendo seu tio pastor enlevar os fiéis dedilhando a canção “Stepping on the Clouds“. Aos 12 anos convenceu sua mãe a comprar uma guitarra Decca por US$ 25, que acompanhava um amplificador de pelúcia. Após roubar (literalmente) um livro de acordes, trancou-se no quarto e só saiu após aprender tudo. Foi então que começou a tirar músicas de ouvido. Uma das lembranças marcantes que guarda é quando, aos 13 anos, se reunia com os amigos da vizinhança. Um com um baixo, outro com caixas de som, criavam uma iluminação precária e tócavam de Beatles a Led Zeppelin, e sempre fechavam o show de quintal ao som de Johnny B. Goode. Aquilo, Depp comentou recentemente em uma revista, “era a perfeição absoluta, era a liberdade”.

Aos 16 parou de estudar e entrou numa banda chamada Bad Boys e logo depois em outra chamada Kids. Com esta última banda chegaram a abrir shows do Ramones, Pretenders, Iggy Pop e Stray Cats. Foram para Los Angeles e tiveram que batalhar emprego para sobreviver, até que, Nicolas Cage, um amigo, indicou-o ao seu agente e logo foi contratado para o filme A hora do Pesadelo.

O resto da história é cinema, mas o homem de muitas faces – Depp é um ator escorregadio, ele absorve os personagens, mas estes não colam nele – sente-se extasiado quando toca em albums a convite de amigos com Shane MacGowam ou o Oasis. Em janeiro de 2007 o Kids se reuniu novamente para um show beneficiente na florida.

Johnny Depp está em cartaz no cinema com o musical Sweeney Todd: O Barbeiro demoníaco da rua Fleet, onde canta, segundo a crítica, convincentemente.

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4 Respostas to “”

  1. […] no chão de uma grande projeção. Nela, o individuo pode influenciar a reprodução de música entrando em contato com a superfície sobre a qual a imagem é projetada. O media player gigante é […]

  2. Um post falando de Jimmy hendrix, at the drive-in,ramones etc seria massa.

  3. Fabiana Laurindo Says:

    Tudo esplêndido e contagiantes aos olhos, adorei tudo netse site, realmente perfeito! Parabéns aos idealizadores.

  4. OI …TODOS ESTAO LINDOS EM ….

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