Kumbh Mela

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rebuliço de gente é desconcertante e caótico. São dez milhões de peregrinos hindus e centenas de ascetas nus com o corpo coberto de cinzas às margens do Ganges, no norte da Índia, para participar de um dos maiores festivais religiosos do mundo.

Começou assim: Uma batalha terrível entre deuses e demônios aconteceu pela posse de um kumbh, uma jarra onde era guardado o Amrit, uma espécie de néctar. Vá guardando os nomes. Este néctar foi criado porque os devtas estavam sob a influência de uma maldição que os fez fracos e covardes. Um sujeito chamado Brahma, um inventor de deuses, aconselhou-os a tomarem o liquido para tornarem-se imortais.

Neste ponto da história é que acontece a desavença, juntaram-se deuses e demônios num acordo temporário para trabalhar em conjunto na obtenção de amrita (o néctar da imortalidade). É como colocar o bandido para cuidar do dinheiro. E foi isso, os demônios fugiram com o pote e foram perseguidos pelos deuses. Doze dias e doze noites, equivalente a doze anos humanos,os deuses e demônios travaram uma luta Hollywoodiana no céu para a posse do pote de amrita. Diz-se que, durante a batalha, gotas de amrita caiu sobre quatro lugares. Nem preciso dizer os nomes, ninguém lembrará mesmo. Os lugares são as quatro cidades onde o festival de Kumbh Mela acontece. Este ano a festa do “Kumbh Mela” é realizada na cidade de Haridwar, 250 km ao norte de Nova Déli. As imagens são impressionantes.

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