Buchenwald 1945

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m Abril de 1945 os primeiros campos de concentração foram libertos. Há 65 anos o mundo luta para entender as crueldades praticadas pelo homem contra o próprio homem. As imagens são chocantes, entretanto, nos impede de esquecer tamanha atrocidade. Recentemente, tenho visto uma série de pessoas em busca de um revisionismo histórico, dizendo que nunca existiram campos de concentração. Que o holocausto foi uma enorme conspiração. Havia prometido postar alguns sites sobre o assunto, mas me convenci que não usarei o meu blog para alimentar o anti-semitismo e o neonazismo. Ponto final. Portanto eis mais uma avalanche de documentação fotográfica sobre o holocauto e no final do post um video produzido pelo neto de um prisoneiro.

O campo de concentração de Buchenwald tornou-se sinônimo dos crimes nazistas. Foi o primeiro campo de concentração liberto pelas tropas aliadas. As cenas de fome e corpos humanos queimados que o leitor vê nas fotos chocaram os soldados do exército americano. Quando eles chegaram a Buchenwald e em seus campos auxiliares em abril de 1945 ficaram atônitos com o quadro surreal da matança humana. Escreve Eisenhower, Comandante Supremo das Forças Aliadas, “Nunca nada foi tão chocante quanto esta visão.”

Localizado em Ettersberg (Etter Mountain) perto de Weimar (cidade patrimônio da humanidade), no estado de Turíngia, Alemanha, o campo de concentração guardava presos judeus, políticos, homossexuais, Testemunhas de Jeová, prisioneiros religiosos, ciganos, criminosos e prisioneiros de guerra. Entre os prisioneiros estavam também escritores, médicos, artistas e até uma princesa italiana.

Buchenwald tornou-se o maior campo de concentração do Reich alemão. Cerca de 56.000 pessoas morreram torturadas, em experimentos médicos e de outra infinidade de maneiras bárbaras. Mais de 3.000 pessoas morreram de exaustão ou foram assassinados.

Na manhã de quinta-feira, 12 de abril de 1945. Vários jornalistas chegaram com a 80 ª Divisão de Infantaria americana, incluindo Edward R. Murrow, considerado um dos maiores jornalistas dos Estados Unidos até hoje, cujo relato foi transmitido pela CBS e se tornou um de seus mais famosos.

Meyer Levin, um dos primeiros soldados em Ohrdruf, escreveu nas suas memórias: “Eu nunca fui capaz de descrever os sentimentos que me venceu quando testemunhei a tão incontestável desumanidade dos nazistas… Até agora eu só tinha conhecimento de que havia campos desse tipo, todo o resto eu só conhecia de ouvir falar. Nada me deixou tão pesaroso como essa visão”.

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Imagens Aqui

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