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Campanhas Publicitárias

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gosto de desenho e regularmente publico trabalhos de bons desenhistas. Tenho um irmão que desenha habilmente e aprendi a amar esta arte ao vê-lo construir pacientemente traço sobre traço até seu desfecho final.

Creio que não há desenhistas iguais, os traços são desenvolvidos a partir de perspectivas individuais intrínsecas, assim como a escrita. Partindo desse pressuposto acho que é possível copiar a idéia ou até o estilo, mas não a essência ou natureza do traçado.

Atualmente há um desdobramento destas possibilidades. Alguns estão comparando com as famosas espionagens industriais, onde projetos de produtos são roubados e copiados pela concorrência. Não creio que esse caso alcance tal nível de trapaça, em princípio, não detemos o direito de julgar.

Na postagem Desenhos Incríveis, uma das primeiras que fiz, mostrei montagens realistas sobre desenhos, alguns perfeitos como a série da Macacolandia Design Studio da campanha de 2006. Este ano a Animaster Animation School lança campanha idêntica. plágio?

Plágio ou não o que é apresentado enche os olhos, é puro deleite. No entanto, seria interessante ouvir algumas opiniões.
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Imagens Aqui

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Anúncios Ecológicos
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campanhas extremamente criativas chamam a atenção para causas ambientais como o aquecimento global e o desmatamento das florestas, a idéia é demonstrar de uma forma muito concreta e imediata os efeitos devastadores da negligência com o meio ambiente. A criatividade impressa nos anúncios foi tão eficaz que dispensa comentários ecológicos explicativos.
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Economize papel. Salve o planeta.
Campanha para a WWF
Agência: Saatchi & Saatchi,
Copenhagen, Dinamarca
Diretor: Simon Wooller.
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Coca-Cola
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por mais de 120 anos, a Coca-Cola foi um ícone para a cultura popular americana e hoje é a marca mais conhecida e vendida do mundo. criada por John Pemberton como um remédio em 1886, chegou a recomendá-la como uma ajuda para superar o vício da morfina.
A crescente inquietação da moral americana sobre tóxico-dependência na virada do século, levou os fabricantes a remover a cocaína da Coca-Cola em 1904, sim ela continha, segundo revelações a quantidade era em torno de 20 a 25 miligramas a cada 300 ml, apesar de, hoje, a companhia negar.

Na verdade, o governo americano mais tarde tentou pressionar a empresa para largar o nome “Coca-Cola” completamente. Após uma prolongada batalha judicial o nome ficou, mas com mudanças na fórmula, o que levou tradicionalistas dizerem que a marca havia perdido sua glória original.

A Coca-Cola foi vendida em garrafas pela primeira vez em 12 de março de 1894 e as primeiras latas de alumínio da Coca apareceram em 1955. O primeiro engarrafamento da Coca-Cola ocorreu em Vicksburg, Mississippi na Biedenharn Candy Company em 1891. A popularidade da bebida aumentou bastante após a segunda guerra, quando os soldados voltaram fazendo propaganda do refrigerante.

A empresa havia desenvolvido “fábricas” móveis que foram enviadas para as frentes de batalha junto com técnicos da empresa, que garantiam a produção e a distribuição da bebida para os soldados. Em Portugal, o famoso poeta Fernando Pessoa criou o seguinte slogan para a bebida: “Primeiro estranha-se, depois entranha-se!”.

A Coca-Cola tem a política de evitar usar crianças menores de 12 anos de idade em suas propagandas, como resultado de um processo no início do século XX que alegou que a cafeína da Coca era perigosa para crianças. A verdade é que a marca tornou-se através de um marketing agressivo a mais desejada do mundo, até mesmo os ditadores anti-imperialistas tem sucumbido aos seus apelos. Selecionei algumas fotografias e peças de publicidade dos anos 20 a 40 do século passado.

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Imagens Aqui

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Campanhas publicitárias
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estudos mostram uma tabuleta em argila encontrada por arqueólogos, a qual continha inscrições babilônicas, anunciando a venda de gado e alimentos, demonstrando que já se utilizava de algum tipo de publicidade na antiguidade.

Foi, porém, após a Revolução Francesa (1789), que a publicidade iniciou a trajetória que a levaria até o seu estágio atual de importância e desenvolvimento. Hoje, todas as atividades humanas se beneficiam com o uso da publicidade. Até a própria ciência vem utilizando os recursos da publicidade, promovendo suas descobertas e seus congressos por meio de cartazes, revistas, jornais, filmes, Internet e outros.

No Brasil existe confusão entre os termos propaganda e publicidade por um problema de tradução dos originais de outros idiomas, especificamente os da língua inglesa. As traduções dentro da área de negócios, administração e marketing utilizam propaganda para o termo em inglês advertising e publicidade para o termo em inglês publicity. As traduções dentro da área de comunicação social utilizam propaganda para o termo em inglês publicity e publicidade para o termo em inglês advertising. O termo “publicidade” refere-se exclusivamente à propaganda de cunho comercial. É uma comunicação de caráter persuasivo que visa defender os interesses econômicos de uma indústria ou empresa.

Já a “propaganda” tem um significado mais amplo, pois refere-se à qualquer tipo de comunicação tendenciosa (as campanhas eleitorais são um exemplo, no campo dos interesses políticos). Assim, propaganda é um campo que envolve e contém a publicidade. Peça publicitária é a designação genérica de qualquer anúncio publicitário. Em publicidade é comum a variação dos nomes das peças publicitárias de acordo com a mídia a ser utilizada. Um anúncio para o rádio é conhecido como spot ou jingle; para a televisão, seria filme. Veja alguns trabalhos fantásticos de diversas agências.

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Imagens Aqui
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Calendário Pirelli

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das borracharias para os museus, esta é a trajetória dos calendários da Pirelli. Há quarenta anos a Pirelli lança suas imagens que, segundo a visão de cada fotógrafo convidado, é o conceito da beleza. A história do calendário é muito parecida com os Pin-up´s que retratamos, eles fizeram parte do imaginário masculino e com o tempo deixou sua áurea brega para ganhar glamour.

O chamado “The Cal”, que teria sido criado com os mesmos objetivos dos tradicionais calendários que fazem sucesso nas paredes das oficinas mecânicas, contou com o diferencial de que a Pirelli os transformou em objeto de arte. Surgiu em 1963 pelas mãos de Robert Freeman, o fotógrafo oficial dos Beatles. Nascido na época em que o rock estava em ascensão, ao mesmo tempo em que os movimentos sociais faziam pressão contra a Guerra do Vietnã, as primeiras fotos eram menos sensuais, com seus limites enquadrados à censura dos anos 60.

Os calendários não podem ser comprados nem vendidos: apenas alguns distribuidores, políticos, empresários, e outros vips da vida pública são agraciados com a “relíquia”. Na galeria você vai ver as imagens da edição 2008 feitas em Xangai, na China. A gaúcha Carol Trentini é uma das fotografadas nesta versão pelo fotógrafo francês Patrick Demarchelier, todas de trajes orientais.

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Cartazes Antigos

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.mais uma série de cartazes antigos de filmes. Quero agradecer ao jornalista Ricardo Noblat ( Veja, Isto É, Jornal do Brasil, O Globo…) pela indicação do imagens e Letras na sua coluna “Vale a pena acessar”, é uma honra e um reconhecimento pelo árduo trabalho.

Estou postando outra sequência adorável dos antigos cartazes de cinema, teatro e revista. Trago desta vez entre tantos, um cartaz de uma cópia praticamente intacta de Esposa e Mártir/Beyond the Rocks (1922) – desaparecida há cerca de 75 anos e que foi redescoberta em uma coleção particular na Holanda. O achado foi revelado pelo Museu de Filmes de Amsterdã e trata-se do único registro do filme dirigido por Sam Wood. A produção marcou o único encontro nas telas de Valentino e outra lenda do cinema mudo, Gloria Swanson.

Um outro cartaz, bem mais recente, lembra um fracasso de crítica e de público, é o “I Want to Go Home” , no Brasil “Quero ir para Casa”, com Gerard Depardieu, que, no entanto, é uma experiência inesquecível e obrigatória para qualquer fã de HQ que se preze: de quebra, o filme ainda foi roteirizado por Jules Feiffer, um dos melhores e mais tarimbados cartunistas do mundo. É um filme definitivo sobre quadrinhos e que foi lançado no Brasil apenas em VHS e cheia de erros gráficos horríveis.

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Cartazes Antigos 1
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os cartazes dos filmes enchiam meus olhos, quando criança eu ia ao cinema e parava perplexo diante deles. talvez o filme não tivesse tanto apelo criativo quanto aquelas figuras, e olhe que eu não fui contemporâneo de quase nenhum dos cartazes que exponho neste post.

Aprendi a amar a ilustração, a montagem, a fotografia, a pintura, através dos cartazes. Eles anunciavam não apenas os filmes, as campanhas da guerra também tinham sua representação, revistas, livros, espetáculos, tudo estava nas mãos dos designers, que eram chamados de qualquer coisa, menos designer. Um post Cheio de nostalgia e apostando que os nostálgicos irão acampar diante destas obras, entrego ao leitores uma coleção imensa de cartazes de várias tipos. Você verá Valentino, Clark Gable, Chaplin, Rita Hayworth que entrou para a história quando imortalizou a definição de sua personagem Gilda, “”Nunca houve uma mulher como Gilda”. Você verá a capa do photo drama “Quo Vadis”.

Os tempos das companhias teatrais também estão aqui representados. Um fato interessante marcou uma época, o surgimento da tv assustou a industria cinematográfica e foi criado o CinemaScope, um formato de filme usado de 1953 à 1967. Visava impedir que a tv acabasse com o cinema. O padrão foi a base para uma revolução na industria. Foi desenvolvido pela 20th Century Fox com base no trabalho de Henri Chretien que inventou um sistema de lentes que permitiam fotografar num panorama de 180º.

O conceito foi aplicado ao cinema, desenvolvendo uma câmara que permitia filmar mais informação, compactando-a na película através de lentes anamórficas. O que nossos pais e avós viram e sonharam estão aqui para os apaixonados por imagens. Duas galerias de imagens nesta primeira série e outras na seqüência deste post, em breve.

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eles têm animado gerações de homens. Fez os soldados americanos da segunda guerra mundial sonharem em pleno campo de batalha. O que começou como um exercício de óleos logo foi tomando rumos diferentes, alcançando as fuselagens das máquinas dos combatentes e tornando-se uma característica essencial do mundo masculino de garagens e casernas.

Falar sobre as pin-ups é voltar ao fim do século 19, época em que o teatro de revista transformava dançarinas em estrelas, fotografadas para revistas, anúncios, cartões e maços de cigarros.

Em Paris, dois artistas, Alphonso Mucha e Jules Cheret, criaram as primeiras imagens de mulheres em poses sensuais para pôsteres, com trabalhos marcados pela presença de contornos e detalhes. A arte dos pôsteres virou escola e influenciou artistas até as primeiras décadas do início do século 20, quando os calendários também passaram a trazer desenhos de mulheres com silhuetas idealizadas pela imaginação masculina da época. E é justamente a partir do ato de pendurar ilustrações nas paredes que o nome pin-up (em inglês, pin up) surgiu.

Foi na década de 40, contudo, que as pin-up girls (ou “garotas penduradas”) viveram o auge do sucesso. Numa época em que mostrar as pernas era atitude subversiva e ser fotografada nua, atentado ao pudor, lápis e tinta davam forma a essas mulheres, carinhosamente chamadas de “armas secretas” pelos soldados americanos – na Segunda Guerra Mundial, elas serviam de alívio para os pracinhas que arriscavam a vida nos campos de batalha.

Betty Grable foi uma das mais populares dentre as primeiras “pin-ups”. Um de seus posters tornou-se onipresente nos armários destes soldados. O conceito das garotas pin-up era bastante claro: eram sensuais e ao mesmo tempo inocentes. A verdadeira pin-up jamais poderia ser vulgar ou oferecida, apenas convidativa. Asseguradas pelos traços sofisticados vindos da art-nouveau, elas vestiam peças de roupa que deixavam sutilmente à mostra suntuosas pernas e definidas cinturas. Era o bastante para alimentar a fantasia dos marmanjos.

Das ilustrações de papel, as pin-ups logo ganharam vida ao serem encarnadas por atrizes como Betty Grable e Marilyn Monroe, ou fotografadas por modelos voluptuosas como Bettie Page, também chamada de “rainha das curvas”. A partir dos anos 70, a indústria do sexo passou a desmanchar a aura misteriosa dessas mulheres, graças a filmes pornográficos e revistas de nu feminino. O Imagens e Letras trás para o leitor um apanhado em três galerias que mostra como o mundo masculino da época suspirava pela beleza feminina. .

Galeria 01
Galeria 02
Galeria 03


O texto de Pamela Cristina Leme foi a inpiração para este post

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6 Respostas para “”

  1. [...] Agência: Saatchi & Saatchi, Copenhagen, Dinamarca Diretor: Simon Wooller .Veja também Publicidade [...]

  2. amei de paixão imagem e& letras é um site muito util, estão de parabems beijão a todossssss

  3. [...] . Veja Também Publicidade [...]

  4. ei bró .. arruma a aba “Plubicidade” .. no mais, seu blog eh show!!!!

  5. OBRIGADA POE ME ENVIAR IMAGENS E LETRAS , ESTÃO OTIMAS AS MATERIAS E FOTOS , , CADA VEZ MELHOR PARABENS , BEIJOS NO SEUS CORAÇÃO , ILSA SC…

  6. Continua, parabens este típo de coisas são muito importantes saber para darem mais valor ao tempo de hoje e o da amanha, com os melhors comprimentos Filipe Ramos.

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