Ohka
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manifestação mais absurda do sentimento bélico do homem está na criação de armas de destruição. Uma destas criações se chamava OHKA, um míssil vestido com uma carcaça de planador e que era tripulado por um soldado, ou seja, era sentar-se sobre a ogiva e explodir junto contra um alvo inimigo.
o piloto planava rumo ao alvo e quando próximo o suficiente, acionava o motor-foguete do Ohka, guiando o míssil para que impactasse contra o navio que pretendia destruir. A abordagem final praticamente não podia ser abortada (especialmente no Tipo 11) por conta da tremenda velocidade ganha pela aeronave. O OHKA foi criado para a específica tarefa do suícidio.
Embora Ohka é menos eficaz em comparação com um avião Kamikaze normal, os horripilantes efeitos dessas bombas foguete estão profundamente enraizadas no coração de alguém que a presenciou. Estes pequenos planadores são lançados no ar por um outro avião e com seus foguetes propulsores alcançam uma velocidade de 800 km/h no momento do impacto e explosão sobre o navio. Uma série de conceitos filosóficos motivava os pilotos. Era o último sacrifício para salvar a pátria, os conterrâneos e o imperador ( este era considerado a divina encarnação da deusa do Sol da religião xintoísta).
O código de honra e conduta foi gerado da crença de que as missões poderiam ser uma reprise do milagre do original “vento divino”, um tufão que destruiu a invasão da frota Mongol em 1281. Segundo os ensinamentos das Forças Armadas japonesas, a vida não deveria ser vista como prioridade.
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Outra proposta





































24/01/2008 às 14:25
[...] os ensinamentos das Forças Armadas japonesas, a vida não deveria ser vista como prioridade. . . Imagens Aqui [...]
06/02/2008 às 05:29
Lembrar que na mesma linha de armamentos, os japoneses fabricaram, submarinos bombas, lanchas bombas, todos tripulados. Não faltaram voluntarios para pilota-los, em nome do imperador.