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Década de 1970
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história muda com os anos. As novas conquistas do conhecimento derrubam conceitos e reformulam padrões, e num efeito dominó vai modificando os comportamentos. No cinema não é diferente e através de seus cartazes é possível reviver uma série de outros momentos paralelos. Antes de relembrar os filmes da década de 1970, vamos dar uma pincelada na sua história.

Pelos fatos históricos é um pouco difícil dizer o início exato, alguns gostariam que Woodstock em 1969 fosse o marco, outros, a chegada do homem à lua, também em 1969, mas um fato para os nostálgicos representa um verdadeiro marco, ainda que quase um ano depois, o fim dos Beatles. A famosa frase de John Lennon “O sonho acabou”, calou e modificou esta fase. Vieram novas formas de manifestações e padrões comportamentais, não advindas da afirmação de John. Creio que as lembranças mais marcantes se estabelecem como referência ainda que não sejam o agente transformador da história. A partir de 1970 os jovens se tornaram menos ingênuos e as autoridades mais repressoras.

No cinema, momentos de definição. Os anos 60 e suas revoluções (sexuais, políticas, raciais, sociais), em especial ênfase no cinema como forma de construção do imaginário do american way of life (modo americano de viver), passaram a ser frontalmente questionados. É neste momento (a partir do fim dos anos 60, mas com seu ápice decididamente nos anos 70) que surgem as primeiras obras de uma geração que une Martin Scorsese, Francis Ford Coppola, Woody Allen, Michael Cimino, Robert Altman, Terence Malick e Brian De Palma. Dois nomes também surgem e, além de uma virada estética e de direcionamento no cinema mundial, estabelecem seu domínio pessoal sobre o cinema americano de décadas seguintes, George Lucas e Steven Spielberg. Guerra nas Estrelas e Tubarão reinventaram o cinema americano.

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Heath Ledger

” Nós da família Heath, confirmamos a muito trágica, inoportuna e acidental passagem do nosso querido filho, irmão e pai de Matilda. Ele foi encontrado pacificamente adormecido em seu apartamento em Nova York às 3:30 hs. Gostaríamos de agradecer aos nossos amigos e toda a gente em todo o mundo e desejamos para o seu bem, bons pensamentos neste momento. Heath tocou tantas pessoas em tantos níveis diferentes durante a sua curta vida, mas poucos tiveram o prazer de conhecê-lo verdadeiramente. Ele era bom, generoso, entregue ao coração, de vida amorosa e altruísta individual, que era muito inspirador para muitos. Queiram agora respeitar nossas famílias aflitas e entrar em acordo com a nossa perda privada

Com esta mensagem enviada pela família do ator, terminou a curta carreira de Heath Ledger. Não havia histórico de que o ator tenha sido mais um dos jovens famosos problemáticos que assolaram o World of celebrities. Heath estava filmando em Londres o filme The Imaginarium of Doctor Parnassus. Há a especulação de que ele estava sofrendo de jet lag quando chegou novamente em Nova York na segunda-feira, portanto, a prescrição de pílulas para dormir. Em The Dark Knight, novo filme do Batman, Heath Ledger interpreta o Coringa. A sequência de fotos mostra momentos do ator no filme e longe dos holofotes, além das chamadas para a seqüência de Batman Begin. .

Imagens aqui

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Cartazes Antigos 02

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Mais uma série de cartazes antigos de filmes. Quero agradecer ao jornalista Ricardo Noblat ( Veja, Isto É, Jornal do Brasil, O Globo…) pela indicação do imagens e Letras na sua coluna “Vale a pena acessar”, é uma honra e um reconhecimento pelo árduo trabalho. Estou postando outra seqüência adorável dos antigos cartazes de cinema, teatro e revista. Trago desta vez entre tantos, um cartaz de uma cópia praticamente intacta de Esposa e Mártir/Beyond the Rocks (1922) – desaparecida há cerca de 75 anos e que foi redescoberta em uma coleção particular na Holanda. O achado foi revelado pelo Museu de Filmes de Amsterdã e trata-se do único registro do filme dirigido por Sam Wood. A produção marcou o único encontro nas telas de Valentino e outra lenda do cinema mudo, Gloria Swanson. Um outro cartaz, bem mais recente, lembra um fracasso de crítica e de público, é o “I Want to Go Home” , no Brasil “Quero ir para Casa”, com Gerard Depardieu, que, no entanto, é uma experiência inesquecível e obrigatória para qualquer fã de HQ que se preze: de quebra, o filme ainda foi roteirizado por Jules Feiffer, um dos melhores e mais tarimbados cartunistas do mundo. É um filme definitivo sobre quadrinhos e que foi lançado no Brasil apenas em VHS e cheia de erros gráficos horríveis.
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Cartazes Antigos 1
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Os cartazes dos filmes enchiam meus olhos, quando criança eu ia ao cinema e parava perplexo diante deles. talvez o filme não tivesse tanto apelo criativo quanto aquelas figuras, e olhe que eu não fui contemporâneo de quase nenhum dos cartazes que exponho neste post. Aprendi a amar a ilustração, a montagem, a fotografia, a pintura, através dos cartazes. Eles anunciavam não apenas os filmes, as campanhas da guerra também tinham sua representação, revistas, livros, espetáculos, tudo estava nas mãos dos designers, que eram chamados de qualquer coisa, menos designer. Um post Cheio de nostalgia e apostando que os nostalgicos irão acampar diante destas obras, entrego ao leitores uma coleção imensa de cartazes de várias tipos. Você verá Valentino, Clark Gable, Chaplin, Rita Hayworth que entrou para a história quando imortalizou a definição de sua personagem Gilda, “”Nunca houve uma mulher como Gilda”. Você verá a capa do photo drama “Quo Vadis”. Os tempos das companhias teatrais também estão aqui representados. Um fato interessante marcou uma época, o surgimento da tv assustou a industria cinematográfica e foi criado o CinemaScope, um formato de filme usado de 1953 à 1967. Visava impedir que a tv acabasse com o cinema. O padrão foi a base para uma revolução na industria. Foi desenvolvido pela 20th Century Fox com base no trabalho de Henri Chretien que inventou um sistema de lentes que permitiam fotografar num panorama de 180º. O conceito foi aplicado ao cinema, desenvolvendo uma câmara que permitia filmar mais informação, compactando-a na película através de lentes anamórficas. O que nossos pais e avós viram e sonharam estão aqui para os apaixonados por imagens. Duas galerias de imagens nesta primeira série e outras na sequência deste post, em breve.
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Souvenires do Cinema

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Em 28 de dezembro de 1895, num café em Paris, houve a primeira exibição pública de cinema, proporcionada pelo cinematógrafo, inventado pelos irmãos Lumière. Desde lá o cinema cresceu vertiginosamente e hoje movimenta bilhões de dólares. Atores ganham dezenas de milhões apenas por um filme. E os filmes arrecadam verdadeiras fortunas em suas exibições. Trago para os leitores uma espécie de souvenir virtual para quem já assistiu ou quer ver uma resumida apresentação artística de um lançamento. São os screensaver´s oficiais das grandes produções cinematográficas. Freewares sem restrições encomendados pelas produtoras para divulgarem seus filmes. Baixe o protetor de tela do seu filme predileto e faça da sua telinha um verdadeiro cinema

Clique na imagem para fazer o Download.

6 Respostas para “”

  1. [...] . Veja também Cinema  [...]

  2. andreia Diz:

    Oi ! estou fazendo minha manografia baseada em ilustração de cartazes e gostaria de saber se vc tem informações?

  3. Adriane Diz:

    Deveria falar amis sobre os fatos historicos da decada de 70

  4. Deveria falar mais sobre alguns fatos hstóricos da década de 70!!!!!!!!

    Vc não falou nada sobre isso!!!!!

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