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Cartazes Antigos 02
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Mais uma série de cartazes antigos de filmes. Quero agradecer ao jornalista Ricardo Noblat ( Veja, Isto É, Jornal do Brasil, O Globo…) pela indicação do imagens e Letras na sua coluna “Vale a pena acessar”, é uma honra e um reconhecimento pelo árduo trabalho. Estou postando outra sequência adorável dos antigos cartazes de cinema, teatro e revista. Trago desta vez entre tantos, um cartaz de uma cópia praticamente intacta de Esposa e Mártir/Beyond the Rocks (1922) – desaparecida há cerca de 75 anos e que foi redescoberta em uma coleção particular na Holanda. O achado foi revelado pelo Museu de Filmes de Amsterdã e trata-se do único registro do filme dirigido por Sam Wood. A produção marcou o único encontro nas telas de Valentino e outra lenda do cinema mudo, Gloria Swanson. Um outro cartaz, bem mais recente, lembra um fracasso de crítica e de público, é o “I Want to Go Home” , no Brasil “Quero ir para Casa”, com Gerard Depardieu, que, no entanto, é uma experiência inesquecível e obrigatória para qualquer fã de HQ que se preze: de quebra, o filme ainda foi roteirizado por Jules Feiffer, um dos melhores e mais tarimbados cartunistas do mundo. É um filme definitivo sobre quadrinhos e que foi lançado no Brasil apenas em VHS e cheia de erros gráficos horríveis.
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A GALERIA DE CARTAZES AQUI
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Cartazes Antigos 1
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Os cartazes dos filmes enchiam meus olhos, quando criança eu ia ao cinema e parava perplexo diante deles. talvez o filme não tivesse tanto apelo criativo quanto aquelas figuras, e olhe que eu não fui contemporâneo de quase nenhum dos cartazes que exponho neste post. Aprendi a amar a ilustração, a montagem, a fotografia, a pintura, através dos cartazes. Eles anunciavam não apenas os filmes, as campanhas da guerra também tinham sua representação, revistas, livros, espetáculos, tudo estava nas mãos dos designers, que eram chamados de qualquer coisa, menos designer. Um post Cheio de nostalgia e apostando que os nostalgicos irão acampar diante destas obras, entrego ao leitores uma coleção imensa de cartazes de várias tipos. Você verá Valentino, Clark Gable, Chaplin, Rita Hayworth que entrou para a história quando imortalizou a definição de sua personagem Gilda, “”Nunca houve uma mulher como Gilda”. Você verá a capa do photo drama “Quo Vadis”. Os tempos das companhias teatrais também estão aqui representados. Um fato interessante marcou uma época, o surgimento da tv assustou a industria cinematográfica e foi criado o CinemaScope, um formato de filme usado de 1953 à 1967. Visava impedir que a tv acabasse com o cinema. O padrão foi a base para uma revolução na industria. Foi desenvolvido pela 20th Century Fox com base no trabalho de Henri Chretien que inventou um sistema de lentes que permitiam fotografar num panorama de 180º. O conceito foi aplicado ao cinema, desenvolvendo uma câmara que permitia filmar mais informação, compactando-a na película através de lentes anamórficas. O que nossos pais e avós viram e sonharam estão aqui para os apaixonados por imagens. Duas galerias de imagens nesta primeira série e outras na sequência deste post, em breve.

Galeria de cartazes 01  aqui
Galeria de cartazes 02 aqui

 

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E
les têm animado gerações de homens. Fez os soldados americanos da segunda guerra mundial sonharem em pleno campo de batalha. O que começou como um exercício de óleos logo foi tomando rumos diferentes, alcançando as fuselagens das máquinas dos combatentes e tornando-se uma característica essencial do mundo masculino de garagens e casernas. Falar sobre as pin-ups é voltar ao fim do século 19, época em que o teatro de revista transformava dançarinas em estrelas, fotografadas para revistas, anúncios, cartões e maços de cigarros. Em Paris, dois artistas, Alphonso Mucha e Jules Cheret, criaram as primeiras imagens de mulheres em poses sensuais para pôsteres, com trabalhos marcados pela presença de contornos e detalhes. A arte dos pôsteres virou escola e influenciou artistas até as primeiras décadas do início do século 20, quando os calendários também passaram a trazer desenhos de mulheres com silhuetas idealizadas pela imaginação masculina da época. E é justamente a partir do ato de pendurar ilustrações nas paredes que o nome pin-up (em inglês, pin up) surgiu. Foi na década de 40, contudo, que as pin-up girls (ou “garotas penduradas”) viveram o auge do sucesso. Numa época em que mostrar as pernas era atitude subversiva e ser fotografada nua, atentado ao pudor, lápis e tinta davam forma a essas mulheres, carinhosamente chamadas de “armas secretas” pelos soldados americanos – na Segunda Guerra Mundial, elas serviam de alívio para os pracinhas que arriscavam a vida nos campos de batalha. Betty Grable foi uma das mais populares dentre as primeiras “pin-ups”. Um de seus posters tornou-se onipresente nos armários destes soldados. O conceito das garotas pin-up era bastante claro: eram sensuais e ao mesmo tempo inocentes. A verdadeira pin-up jamais poderia ser vulgar ou oferecida, apenas convidativa. Asseguradas pelos traços sofisticados vindos da art-nouveau, elas vestiam peças de roupa que deixavam sutilmente à mostra suntuosas pernas e definidas cinturas. Era o bastante para alimentar a fantasia dos marmanjos. Das ilustrações de papel, as pin-ups logo ganharam vida ao serem encarnadas por atrizes como Betty Grable e Marilyn Monroe, ou fotografadas por modelos voluptuosas como Bettie Page, também chamada de “rainha das curvas”. A partir dos anos 70, a indústria do sexo passou a desmanchar a aura misteriosa dessas mulheres, graças a filmes pornográficos e revistas de nu feminino. O Imagens e Letras trás para o leitor um apanhado em três galerias que mostra como o mundo masculino da época suspirava pela beleza feminina. .

PIN-UP – GALERIA 01
PIN-UP – GALERIA 02
PIN-UP – GALERIA 03


O texto de Pamela Cristina Leme foi a inpiração para este post

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5 Respostas to “”

  1. [...]  Veja Também Cartazes [...]

  2. Muito bom o seu blog! Também adoro pin-ups!

  3. que ridiculo isso para que colocar isso na net só maqlandro vai ver enquanto eu quero pesquisar vcs colocam isso na net pra pesquisa vai tomar banho , ou melhor de ferrrem

  4. bom eu sou amiga da lola e acho q ela está errada pois é muito legal esse site gostei seus inventores vagabundos!

  5. Jean Carlos da Rocha Says:

    Lola, vc é uma otaria!!!

    Ele posta o quer, se vc num quer ver, é só sair!!

    VC nada contribui na net para com os outros otária. Então respeite.

    Gostei muito do site e do post em particular.

    Abraços

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